.... Estava grávida sei lá por que ou de quem (Espirito Santo? É vc amigo?) e de repente, comecei a entrar em algo que me pareceu ser trabalho de parto, sem estourar bolsa de água ou coisas desse tipo... Só dor!
Comecei a ter 'contrações' e 'dilatação' mas tava num lugar x assim, que agora não lembro, só sei com certeza que não era um hospital. Era a casa de alguém, mas tinha uma médica e uns amigos junto e quando ela falou que precisa ver como tava minha dilatação todo mundo falou: Deixa eu ver?!?! e vieram com a mão pra levantar meu vestido kkkk. Comecei a dar Hadouken em todo mundo e falar que ninguém ia ver porra nenhuma. Tava ficando nervosa e com medo e um amigo perguntou: Medo de que djow? e eu respondi: Não sei se vc percebeu, mas em breve vai sair uma fucking cabeça daqui. É suficiente?
Enfim... a barriga começou a sumir e nao saiu nada kkkkk. Comecei a me perguntar se tava gravida mesmo, se não era outra coisa sei la... e acordei. Acordei encolhida na cama, tensionando o abdômen por causa de frio, e este está dolorido por causa das abdominais que fiz essa semana na academia. Juntei a isso a Lola deitada enroladinha encostada na minha barriga e temos contrações e um ser para parir hauhuahuahuahu..
Enfim... era tudo frio, dor de academia e carência felina. Uffa..
sábado, 31 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
e por falar em sonhos..
A saudade é algo mágico!
Hoje sonhei que tinha ido para a Argentina, visitar a Maira, pois estou morrendo de saudade.
No sonho ela trabalhava numa loja meio antiquário, onde tinha umas roupas bonitas e caaaaaras que só (Rs).
O mais legal do sonhos, além de vê-la, claro, foi uma blusa branca que estava pendurada em um cabide: ela era uma regata, com uma parte de véu por cima. A regata tinha uma desenho de uma janela nas costas, com as lâminas abertas e a o desenho do vidro, certinho. Era uma janela aberta e a parte de véu era uma cortina. As laterias dessa parte de véu eram abertas, portanto quando movíamos a blusa contra o vento, os véus inflavam, parecendo as cortinas da janela se mexendo com o sopro do vento. De repente, enquanto eu brincava com a blusa no ar, uma borboleta se desprendeu dela e saiu voando pela loja, pousando em cima de um lustre estranho, que a Maira me disse ter um segredo. Mas, acordei antes que ela me contasse o segredo.
O sonho valeu pela beleza do lugar e variedade de coisas: parecia um mercado indiano, cheios de cores e tecidos diferentes! Sem falar que ver amigos, mesmo em sonho, é sempre bom :)
A ilha dos Sonhos...
Pensando em como começar essa pasta tive o mesmo problema libriano de sempre: opções! Escrevo um texto x? Resgato meus sonhos do face, dou uma recauchutada e posto eles em sequência? Daí meu lado ariano veio cavalgando em meu salvamento, bloqueando as dúvidas com uma porrada de praticidade: faça um 'mais do mesmo', top 10, ou melhor do melhor do mundo dos sonhos, para abrir o blog, introduzir a ideia e preparar possíveis leitores inocentes, que não conhecem meus sonhos, para o que virá!
Outro dia conversando com um amigo aqui da Moras, sobre os meus sonhos, contei para ele que percebi que existe um certo padrão: quando fico em períodos de grandes tensão e ansiedade tenho uns sonhos bem absurdos com as questões que me afligem, por exemplo, como aquela época em que prestava vestibular e sonhei que eu era uma bactéria, cor cian, flutuando numa imensidão negra e fluída em meios a outras bactérias flutuantes e de cores AutoCad. Acordei com o som da minha gargalhada ao levantar os braços e perceber que eram flagelos chicoteantes (rs). Um sonho recente, no final do último semestre, eu estava em um corredor infinito, como uma mini-rua - tinha acostamento e mini placas, lembrando o clip de The Wicker Man do Iron Maiden - e suas laterais eram paredes de citações. Exato! Citações de texto, cada uma com um formato diferente e elas eram removíveis, portanto eu devia organizá-las e montar um texto. O que não seria problema, claro, se as tais paredes tivessem fim: infinito pra frente, infinito para trás, alto ao infinito e além! Daí né... deu desespero!!
Mas esses períodos agitados da vida também me proporcionam diversão, com direito a trilha sonora como no sonho em que um cara salva um estádio de pessoas de um perigo eminente, com seu avião e quando ele pousa e as portas do avião se abrem, sai o Tom Cruise de dentro, com sua maior cara de galã, ao som de 'Take my breaaaaathhh aaaaaaawwwaaaaayyyyyy.... taaaammmmm taannn dam dammmm taan daammm daammm'!
Terra do nunca, rios revoltos em formas de colina com fluxos invertidos, arco-íris tobogã portal para o Mato Grosso, apocalipse zumbi parte I, II, III, IV, o Retorno, Versão X e por aí vai... Pesadelos recorrentes e com continuação, que acontecem de tempos em tempos. Outros pesadelos pontuais que me fazem suar de medo... Sonhos diferentes que acontecem no mesmo lugar - lugares, claro, que só existem na minha cabeça.
E, ás vezes, os sonhos me permitem criar, ou recordar... matar saudades! Aquele abraço naquele amigo que há muito não vejo, tão palpável que até sinto a pressãozinha nas costelas... as cores vivas, os cheiros e sustos. O vento nos cabelos... ou nas asas, como já foi o caso.
Bom, esse é um pequeno apanhado sugestivo do que vem - 'o que que vem, né gente?' nesse blog! Paciência aos que leem... e mais ainda a quem escreve :P
Até o próximo sonho... ou devaneio se convir!
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Olá à quem vem lá...
"Um dia me disseram" que eu deveria escrever meus sonhos. Sim, sonhos. Mas, não sonhos como metas de vida, coisas a realizar e tralálá... Sonhos mesmo, oníricos e noturnos - bom, geralmente noturnos. Falaram tanto que resolvi ouvir a dica e fazer o tal do blog, apesar de não ser todo dia que tenho sonhos contáveis e interessantes. Então, resolvi dedicar nesse blog um espaço aos devaneios, não menos importantes que os sonhos. Ambos se confundem com a realidade, seja lá o que ela for. Sobriedade, lucidez, consciência, maluquez... Delírios de uma mente pulsando criação e criaturas, em todos os formatos, cores e tamanhos. A ilha dos sonhos tidos, casa da poesia despida, recanto das ideias nada ideais, porém existentes... persistentes. Lugar do que resiste! Bem vindo à casa do que vive em minha mente!
Limpe os limites e entre sem bater!
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